quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

ATIVIDADE FÍSICA EM DIFERENTES FASES DA VIDA - CRIANÇA, ADOLESCENTE E IDOSO



Hoje o Blog Corpo em Movimento completa 1 ano, e o tema escolhido para esta data tão especial não poderia ser outro, a “Atividade Física em diferentes fases da vida - Criança, Adolescente e Idoso”.
Resolvi falar dos benefícios que a pratica da atividade física proporciona às diferentes faixas etárias para que possam perceber a importância de tal em nossas vidas.
A atividade física é definida como “um conjunto de ações que um individuo ou grupo de pessoas pratica envolvendo gasto de energia e alterações do organismo, por meio de exercícios que envolvam movimentos corporais, com aplicação de uma ou mais aptidões físicas, alem de atividade mental e social, de modo que terá como resultados os benefícios a saúde. (Baiense, 2005)
A prática de atividade física desde a infância contribui em diversos aspectos, além de melhorar o perfil lipídico, o metabólico e reduzir a prevalência de obesidade torna-se maior a possibilidade desta criança se tornar um adulto ativo.
Vários estudos destacam que hábitos de atividade física, incorporados na infância e adolescência possivelmente possam transferir-se para idades adultas (GUEDES et al., 2006).
Quando trabalha-se a atividade física com crianças deve-se considerar processos como crescimento, desenvolvimento e estado maturacional, além dos aspectos nutricionais e fisiológicos. Segundo Souza et al (2009), o treinamento de força se bem orientado e supervisionado pode ter um valor notável na saúde e no desenvolvimento da criança, como por exemplo no aumento da força e da resistência muscular, melhora a auto-estima, melhora as habilidades motoras entre outros benefícios. Brincadeiras ao ar livre fazem parte deste programa de treinamento também, o próprio peso do corpo da criança é utilizado neste caso.
Na fase da adolescência a atividade física auxilia no desenvolvimento e na redução dos riscos de futuras doenças, além de exercer importantes efeitos psicossociais.
Segundo Mello e Tufik (2004), o aumento da incidência de diagnósticos de depressão em crianças e adolescentes vem sendo descrito na literatura internacional como três vezes mais freqüente nesta faixa etária quando comparados com adultos.
Na adolescência os transtornos de humor são caracterizados por condutas, como: diminuição das atividades diárias, negativismo, comportamento anti-social, perda da auto-estima, ansiedade e déficits cognitivos. (Biazussi, 2008)
A atividade física intensa, principalmente quando envolve impacto, favorece um aumento da massa óssea na adolescência e poderá reduzir o risco de aparecimento de osteoporose em idades mais avançadas, principalmente em mulheres pós-menopausa. (SOCIEDADE BRASILEIRA DE MEDICINA DO ESPORTE, 1998)
Segundo Ballarin (2007) A prática esportiva saudável contribui para regular o sono e diminuir a ansiedade, promove o aumento do gasto energético, maior coordenação motora, melhora da capacidade respiratória, diminuição do estresse e redução do risco de doenças (hipertensão, obesidade, diabetes), mas nunca se esquecendo que o exercício físico deve ser acompanhado de uma nutrição adequada para cada tipo físico. Brownell (1995) afirma que, além dos benefícios fisiológicos, o exercício físico gera efeitos psicológicos positivos, tais como melhora do humor, redução do estresse, aumento da auto-estima devido à melhora da auto-eficiência e esquemas cognitivos que favorecem o raciocínio otimista.
A idade adulta se dá após do final da adolescência (por volta dos 20 anos de idade), quando ocorrem grandes e rápidas transformações de ordem física, cognitiva e afetiva; (sob o ponto de vista legal e psicológico), o adulto precisa de atividade física para manter-se ativo; para viver plenamente e exercer suas funções com eficiência.
Chegando a 3ª idade os beneficios alcançados pela pratica de exercicio são consideraveis visando sempre o melhoramento da flexibilidade, força, coordenação e velocidade, elevação dos níveis de resistência, para um melhor rendimento pessoal na realização de atividades cotidianas.
Segundo Otto (1987), o idoso tem perda de até 5% da capacidade física a cada 10 anos e pode recuperar 10% através de atividades físicas adequadas.
Uma das principais causas de acidentes com idosos é a queda que geralmente acontece por desequilíbrio, fraqueza muscular, entre outros. O exercício contribui na prevenção das quedas através do fortalecimento dos músculos das pernas e costas; melhora a velocidade, melhora a flexibilidade, melhora a mobilidade.
Estudos mostram que a participação em um programa de exercício leva à redução de 25% nos casos de doenças cardiovasculares, 10% nos casos de acidente vascular cerebral, doença respiratória crônica e distúrbios mentais.
A Prática de atividade física em qualquer fase da vida é muito importante em cada qual por seus diferentes motivos mas sempre com o ideal de promover uma melhor qualidade de vida.
EXERCITE-SE!

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ARANTES, A. C. A Educação Física na Idade Adulta – Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo FEUSP

BAIENSE, A. F. A importância da Atividade Física. 28/jul/2005 disponível em: www.cref7.org.br/Topicos/Materias/Materia_5.htm 

BALLARIN, G. G. Prática Esportiva na Adolescência. 2007

BIAZUSSI, R. Os Benefícios da Atividade Física aos Adolescentes. Artigo de Iniciação Cientifica. Instituto de Biociências, UNESP. Rio Claro, SP.2008.

BROWNELL, K. D.Exercise and obesity treatment: psychological aspects. Int. J. Obes. 1995.

GUEDES, D.P. et al. Níveis de prática de atividade física habitual em adolescentes. Revista Brasileira de Medicina Esportiva. v. 7, n. 6, - nov./dez. 2006.

MELLO, M. T; TUFIK, S. Atividade física, exercício físico e aspectos psicobiológicos. Editora Guanabarra. p. 51-57, 2004

OTTO, E. Exercícios físicos para a terceira idade. São Paulo. Manole, 1987. 

SOCIEDADE BRASILEIRA DE MEDICINA DO ESPORTE. Posicionamento Oficial - Atividade Física e saúde na infância e adolescência. Rev. Bras. Med. Esporte. v.4, n.4, Jul/Ago, 1998. 

SOUZA, C. A. B et al. Treinamento de força para pré-adolescentes. 2009. Monografia (Graduação em Educação Física) Faculdade de Educação Física de Santos, FEFIS – UNIMES, Santos, 2009.

VIEIRA, V. C. R. et al. A atividade física na adolescência. Adolesc. Latinoam. v.3 n.1 Porto Alegre ago. 2002.


Profª Cristiane dos Santos
CREF 090370-G/SP
Professora de Educação Física, formada pela Universidade Santa Cecilia.
Email: cristiane.santos08@gmail.com

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

EXCESSO DE TREINAMENTO: UM RISCO PARA QUEM TÊM PRESSA



Não há sombra de dúvidas que o treinamento físico promove variados benefícios para a saúde de um modo geral. Um dos objetivos mais desejados de quem procura uma academia é a estética. E com a chegada do verão essa demanda aumenta consideravelmente, lotando principalmente as academias que oferecem pacotes promocionais que contém várias modalidades de exercícios, com tempo prolongado, chegando a ultrapassar 3 horas. Essas pessoas podem desenvolver a síndrome do OVERTRAINING.
O overtraining ocorre quando há um excesso de treinamento e um período de recuperação insuficiente. As consequências dessa síndrome incluem: perda de peso; perda de apetite; cansaço; ansiedade; depressão; agressividade; pequenas lesões; resfriados constantes; perda no rendimento; dores musculares; dores de cabeça; alteração no sono; disfunções hormonais, entre outras.
O tratamento pode durar semanas ou até meses com o afastamento dos treinos, o que significa deixar de se valer dos reais benefícios que o exercício físico pode nos proporcionar.
É fundamental a participação do professor de educação física no monitoramento da frequência de atividades de cada aluno. Dessa forma, o professor poderá usar seu conhecimento na elaboração de programas de treinamento, associando volume, intensidade e o descanso adequado.

Um abraço,
Prof. Carlos André de Souza
Disponível também em: Opaque Magazine

sábado, 10 de dezembro de 2011

EXERCÍCIO FÍSICO, CALOR E DESIDRATAÇÃO



A prática do exercício físico cresce consideravelmente quando o verão se aproxima, pois todos querem ficar com o corpo em forma. Com esses fatores reunidos, calor e exercício, a quebra da homeostase (equilíbrio) se tornará ainda mais intensa.
Sendo assim, devemos tomar alguns cuidados quanto a esse estresse, que pode causar prejuízos consideráveis à saúde, como a desidratação.
O exercício físico faz aumentar a produção de calor, levando o individuo a perder mais líquido através do suor. O suor é o mecanismo mais eficiente para eliminar esse calor. Durante exercício intenso, em clima quente e úmido, a produção de suor pode ultrapassar os 2 litros por hora.

Alguns exemplos dos efeitos causados pela desidratação:
Aumento da freqüência cardíaca;
Aumento da pressão arterial;
Aumento da temperatura corporal (hipertemia);
Queda do rendimento;
Coma e morte.

A prevenção é a melhor estratégia. A fim de evitar esses sintomas, o Colégio Americano de Medicina do Esporte recomenda alguns procedimentos:
Consumir 500 ml de líquidos, 2 horas antes da atividade;
Durante a atividade, consumir o máximo tolerável de líquidos em intervalos regulares;
Associar carboidratos e eletrólitos na solução ingerida quando passar de 1 hora de exercícios;
Vestimentas o mais arejadas possível.

É bom lembrar que a gordura é lipossolúvel (não dissolve na água), sendo assim, o suor não significa emagrecimento e sim, desidratação.

Um abraço,
Prof. Carlos André de Souza

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

TREINAMENTO RESISTIDO PARA POPULAÇÕES ESPECIAIS



Observa-se nos dias de hoje um aumento considerável de pessoas que buscam aliar a prática de exercício físico, para a diminuição da sintomatologia e fatores de riscos associados a grupos como: diabéticos, obesos, osteoporóticos e hipertensos.
É de suma importância que o profissional de educação física desenvolva um programa de treinamento compatível com a individualidade biológica, tornando assim, o treinamento seguro e eficaz. Entre esse conhecimento destacam-se as formas de volume, intensidade e os exercícios aplicados.
Entre os citados, diabetes é uma disfunção do metabolismo de carboidratos, caracterizada pelo alto índice de açúcar no sangue (hiperglicemia) e presença de açúcar na urina (Campos, 2008). Para Guedes Jr. (2006), é uma doença crônica degenerativa que se caracteriza por relativa ou absoluta deficiência de insulina.
Existem duas classificações principais de diabetes, tipo 1 e tipo 2:
Diabetes Tipo 1- Ocorre tipicamente em indivíduos mais jovens. Essa forma de diabetes representa uma resposta autoimune, devido uma única proteína que tornam as células B incapazes de produzir insulina e, com frequências, outros hormônios pancreáticos.
Esse baixo nível de insulina deixa o diabético tipo 1 mais propenso à hipoglicemia durante ou imediatamente depois do exercício, porque o fígado falha em liberar glicose na mesma proporção que a sua utilização. Embora o controle glicêmico seja raramente melhorado nestes indivíduos, o exercício causa outros potentes benefícios, como a redução dos riscos de doenças cardiovasculares, importante para o diabético tipo 1, por este apresentar de duas a três vezes o risco de desenvolvimento destas doenças, podendo ainda, afetar o perfil lipoproteico, e reduz a pressão arterial e o risco de aterosclerose (Campos, 2008).
Diabetes Tipo 2- Nesse caso o grau de resistência à insulina ultrapassa a produção máxima de insulina pelo pâncreas para regular a glicose sanguínea dentro da variação normal. Geralmente instalada na fase adulta e estão associadas à obesidade, dieta e estilo de vida sedentária.
O exercício físico tem uma função maior para este tipo de diabético. A contração muscular tem um efeito análogo à insulina, pois aumenta a permeabilidade da membrana celular. Assim, o exercício diminui a resistência e aumenta a sensibilidade à insulina (Campos, 2008).
Santos et al (2011) realizaram um estudo que teve por objetivo verificar o efeito do treinamento resistido na glicemia capilar aguda em indivíduos diabetes tipo 2. O grupo foi composto por 14 sedentários, homens (28, 57%) e mulheres (71,42%), com idade entre 55 a 65 anos. O programa de exercícios resistidos foi constituído de três aulas semanais não consecutivas, durante um período de 12 semanas (36 sessões); participaram desse estudo, idosos diabéticos que treinaram com diferentes intensidades com carga de 50% na quinta semana e 70% na sexta semana. A glicemia capilar foi colhida antes e após as sessões de treino com objetivo de verificar a relação das cargas de treino com a queda da glicemia capilar na fase aguda, quinta semana 12,21% e sexta semana 24,85%.  Verificou-se que a intensidade do treinamento possui uma correlação linear e positiva, com efeito, hipoglicêmico em diabéticos tipo 2; em relação ao gênero, intensidades menores, 50% da carga máxima, tem uma influência relevante no sexo masculino, pois 17,34% dos homens tiveram queda da glicemia enquanto 10,37% das mulheres.

Obesos

O excesso de gordura resulta de uma interação complexa de influências genéticas, ambientais, metabólicas, fisiológicas, comportamentais, sociais e talvez, raciais (Mcardle et al, 2011). A obesidade é fortemente associada com inúmeras doenças como hipertensão, osteoartrites, doenças do coração, câncer, entre outras.
Até pouco tempo, a maioria das orientações com relação à introdução da atividade física num programa de emagrecimento se limitava somente aos exercícios aeróbios. Pois se acreditava que somente durante esse tipo de exercício a gordura corporal é utilizada como fonte de energia (Campos, 2008).
A prática da musculação, como a de qualquer outra atividade, contribui para a elevação do gasto calórico além daquele observado em nível de repouso. Esse fato, por si só, já auxilia no emagrecimento (Teixeira e Guedes Jr.,2010).
Ainda de acordo com Teixeira e Guedes Jr. (2010) apud Santarém (1998) cita que os exercícios anaeróbicos (musculação) também propiciam emagrecimento no período pós-exercício, quando toda a atividade metabólica de síntese proteica e glicídica (recuperação-supercompensação) ocorre à custa de energia aeróbia proveniente, na sua maior parte, dos ácidos graxos do tecido adiposo.

Osteoporóticos

A osteoporose instala-se progressivamente à medida que o osso perde sua massa mineral e a concentração de cálcio. Essa deteriorização faz com que o osso fique progressivamente mais poroso e quebradiço (Mcardle et al, 2011).
Alguns fatores de risco incluem: idade avançada; fumo; menopausa precoce; distúrbio alimentar; estilo de vida sedentário; entre outros.
Muitos estudos têm mostrado que um programa de musculação é eficaz para prevenir a doença e melhorar a densidade óssea em pessoas que já a possuem.
Segundo Campos (2008) o treinamento de força, especificamente, é de extrema importância para os indivíduos com osteoporose, porque o individuo não só ganha força e massa muscular, mas também, melhora a flexibilidade, a coordenação, a agilidade, a postura e a resistência muscular. Para Guedes Jr. (2006) a prática desses exercícios ao longo da vida, principalmente quando jovem, são mais eficientes como prevenção do que o treinamento com objetivo curativo em idade avançada, quando o quadro de osteoporose já se encontra em estágio avançada.
Quanto às recomendações de treinamento, a alta intensidade é fator fundamental, cabendo lembrar que tem relação com a carga utilizada. Bemben e Fetters (2000) sugerem que um número menor de repetições (próximo de 8), realizadas com altas cargas (80% 1 RM), sejam preferidas quando comparadas ao trabalho com baixas cargas e alto numero de repetições (Teixeira e Guedes Jr.,2010).

Hipertensos

A hipertensão arterial é uma síndrome multicausal e multifatorial caracterizada pela presença de níveis tensionais elevados e normalmente associada a distúrbios metabólicos, hormonais e hipertrofias cardíaca e vascular (Rondon et al, 2010).
Uma doença que pode ser bem controlada por um tratamento médico convencional, porém, mudanças no estilo de vida têm-se mostrado eficientes na prevenção e no controle dos níveis tensionais elevados e são indicadas a todos os hipertensos e a indivíduos normotensos com história familiar de doença cardiovascular. Algumas dessas mudanças incluem: diminuição da ingesta de sal, redução de peso corporal e pratica de exercício físico.
Segundo Rondon et al (2010) a prática regular de atividade física aeróbia reduz a pressão arterial de indivíduos hipertensos, produzindo benefícios adicionais, como diminuição do peso corporal e ação coadjuvante no tratamento das dislipidemias, no controle do tabagismo, na resistência à insulina e no controle do estresse.
Quanto à pratica da musculação, esta não deve consistir na modalidade primária de treinamento; no entanto, deve ser combinada com o treinamento aeróbio (Teixeira e Guedes Jr., 2010 apud ACSM, 2007, 2004; Pescatello).
Para Forjaz et al (2010) quando o treinamento resistido é feito visando a melhora da resistência muscular localizada, cargas baixas são empregadas. Esse tipo de exercício caracteriza-se por provocar sobrecarga volumétrica ao sistema cardiovascular. Assim, principalmente quando executado na forma de circuito, o treinamento resistido de baixa intensidade pode trazer, em longo prazo, adaptações semelhantes às observadas com o treinamento aeróbio.
As recomendações para elaboração de programas de musculação para pessoas hipertensas, segundo o ACSM (1998), preconizam a realização de uma série de 8 a 10 exercícios para os grandes grupos musculares, 2 a 3 dias por semana. O número de repetições para cada exercício deve ficar em torno de 8 a 12 (Teixeira e Guedes Jr.,2010).

Referências Bibliográficas

MCARDLE, W. D. et al. Fisiologia do Exercício: nutrição, energia e desempenho humano. Guanabara Koogan, 7 ed, 2011. 

CAMPOS, M. A. Musculação: diabéticos, osteoporóticos, idosos, crianças, obesos. Sprint, 4 ed, 2008.

GUEDES, D. P. Saiba tudo sobre musculação. Rio de Janeiro: Editora Shape. 2006

TEIXEIRA, C. V. L; GUEDES JUNIOR, D. P. Musculação perguntas e respostas: as 50 dúvidas mais freqüentes nas academias. Phorte editora, 2010.

FORJAZ, C. L. M. et al. Sistema cardiovascular e exercícios resistidos. In: Negrão CE, Barreto ACP (editores). Cardiologia do exercício: do atleta ao cardiopata. 3ª ed. São Paulo:Manole; 2010.

RONDON, M. U. P. B. et al. Hipertensão arterial e exercício físico aeróbio. In: Negrão CE, Barreto ACP (editores). Cardiologia do exercício: do atleta ao cardiopata. 3ª ed. São Paulo:Manole; 2010.

SANTOS, C et al. Verificar diferentes intensidades e volumes do exercício resistido nos parâmetros da glicemia capilar aguda em indivíduos diabético tipo 2. Faculdade de Educação Fisica e Esporte, UNISANTA, 2011.





Profº Carlos André Barros de Souza
CREF 081728-G/SP
Professor de Educação Física (FEFIS)
Graduando em Fisioterapia (UNILUS)
Email: c.andrefisio@yahoo.com.br